<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719</id><updated>2011-04-21T14:11:10.264-07:00</updated><title type='text'>Luz, Câmera, Post</title><subtitle type='html'>Sétima arte escrita por quem nada sabe de arte.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-115203612245966517</id><published>2006-07-04T10:57:00.000-07:00</published><updated>2006-07-04T11:02:02.473-07:00</updated><title type='text'>Matou o blog e foi ao cinema.</title><content type='html'>Comparando, a coisa fica assim: eu mudei do Playarte do West Plaza para o UCI sei lá das quantas, com tela digital, cadeira de massagem e, dependendo do conteúdo do filme, acompanheiras (heh).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora este recinto atende no http://luzcamerapost.blogsome.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém manda essa joça ser mais turrona do que o Orson Welles. :oP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-115203612245966517?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/115203612245966517/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=115203612245966517' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/115203612245966517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/115203612245966517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/07/matou-o-blog-e-foi-ao-cinema.html' title='Matou o blog e foi ao cinema.'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114831084622695580</id><published>2006-05-22T08:13:00.000-07:00</published><updated>2006-05-22T08:23:35.626-07:00</updated><title type='text'>O Código Da Vinci</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que conste nos autos, Dan Brown é como Sidney Sheldon ou, ainda Paulo Coelho. A grande diferença é aquela cereja no bolo que eles não tiveram. Uma cereja em forma de melancia, digamos: a religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brown reuniu, no &lt;i&gt;Código&lt;/i&gt; algumas teorias que beiram o absurdo. Quis brincar de ser Oliver Stone, mas não chegou perto do teor conspiratório que o diretor possui. Mais do que "ofender" a Igreja Católica, o escritor em certos momentos ofende a inteligência do leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já constando que o livro é bom, até mediano eu diria, cabe falar do filme. Dirigido por Ron Howard, &lt;i&gt;O Código Da Vinci&lt;/i&gt; é um filme estranho, e isso não é opinião de quem não entendeu lhufas da película. Parece, e talvez seja mesmo, uma manobra de estúdio para angariar receita. É como a série de remakes do clássico &lt;i&gt;Onze Homens e Um Segredo&lt;/i&gt;: elenco grandioso, boa direção, algumas piadas bem sacadas e diversão garantida para o público e para os realizadores do filme. O tipo de filme que não vive sem publicidade à toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um problema grave, talvez: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Código Da Vinci&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;como tantos outros, almeja ser o &lt;i&gt;Indiana Jones&lt;/i&gt; de nossa era. Só que o clássico de Spielberg, por mais descompromissado que aparenta ser, reúne ingredientes essenciais para um filme de aventura: mistério, arqueologia, história, piadas ótimas, um casal que não se dá muito bem e que, por isso, têm uma química absurda (quem se esquece de Harrison Ford e Kate Capshawn), ótimos personagens de apoio (Dr. Henry Jones era “só” Sean Connery), uma trilha sonora empolgante (vá dizer que você nunca correu em direção a uma porta fechando cantarolando a célebre composição de John Williams e amaldiçoando por não ter um chapéu?), entre tantas outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/1600/davinci.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 337px; height: 177px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/davinci.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Alguém passa o sal, por favor?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Então &lt;i&gt;Da Vinci&lt;/i&gt; fica com aquele ar de que faltou algo. Talvez seja o didatismo excessivo, principalmente da metade para o fim do filme. Talvez seja a falta de química entre Robert Langdon (Tom Hanks) e Sophie Neveu (Audrey Tatou). Podemos ainda "culpar" a magnífica atuação de Sir Ian Mckellen, o homem que ainda vai conquistar o mundo, no papel do professor Leigh Teabing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente a idéia de filme comercial que se guarda da obra é o que mais atrapalhou. Por mais que tenhamos um técnico na direção (Ron Howard não é perfeccionista e mestre como Stanley Kubrick, mas é famoso por gostar das coisas bem feitas. E refeitas), as idéias saem um tanto tortas. Howard, dono de pequenas obras-primas como &lt;i&gt;Splash, uma sereia em minha vida&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Apollo 13 - Do desastre ao triunfo&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Uma mente brilhante&lt;/i&gt; - do qual levou um Oscar - e mesmo o recente &lt;i&gt;Luta pela esperança&lt;/i&gt;, gosta de apelar para a emotividade em seus filmes. Geralmente eles tratam de conflitos entre o homem e seu meio, ou sua natureza própria, como os pilotos da Apollo, no primeiro caso, e o matemático esquizofrênico John Nash, no segundo. Em &lt;i&gt;Da Vinci&lt;/i&gt;, não temos nem a idéia do tamanho do "segredo mais bem guardado da história". É tudo plástico, comum, carola até. O livro, que nasceu para ser "conspiratório", mostrou-se uma bela "receita de bolo", onde tudo é colocado ordenadamente, sem aprofundamento. O filme, que poderia ser mais emotivo, profundo, análitico, ficou burocrático. Algo que seria iluminado, lógico e emocionante nas mãos de Indiana, fica escolar e acadêmico com Langdon. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: três estrelas na testa de Howard&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114831084622695580?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114831084622695580/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114831084622695580' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114831084622695580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114831084622695580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/05/o-cdigo-da-vinci.html' title='O Código Da Vinci'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114790763604472483</id><published>2006-05-17T16:08:00.000-07:00</published><updated>2006-05-17T16:13:56.056-07:00</updated><title type='text'>V de Vingança</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Nascido da mente de Alan Moore, que o publicou como graphic novel nos anos 80, &lt;i&gt;V de Vingança&lt;/i&gt; disserta, antes de mais nada, a política do olho por olho, dente por dente. Alçado por alguns como libelo ao terrorismo, o filme produzido pelos irmãos Wachowski e dirigido por James McTeigue parte de uma outra premissa que aparenta financiar a tese do terro como agente de mudança, porém fica-se apenas no lembrar: o terror se combate com o terror. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;Estamos na Inglaterra, ano de 2020. O ditador Adam Sutler (John Hurt, muito bom do outro lado do balcão!) comanda os pais do futebol com mão-de-ferro (Moore fazia alusão ao futuro do governo da ex-premiê inglesa Margareth Thatcher, Wachowski/McTeigue tem outros alvos a disposição). Inspirado no "traidor" Guy Fwakes - personagem histórico que tentou explodir o Parlamento britânico, sem sucesso, no século 17 - aparece Codinome V (com voz de Hugo Weaving) para, no dia 5 de novembro, data da ação de Fawkes, lembrar a Sutler que a liberdade ainda existe, mesmo que feita por modos heterodoxos. Antes disso, ao som de Tchaikovski, iniciam-se os ataques ao governo inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos então um ditador, que controla pelo terror tanto a população quanto seus pares no governo. Do outro lado temos V, um produto do Estado fascista que o governa, disposto a mudar a ordem das coisas por intermédio do terror, ou seja, explodindo o Parlamento Britânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica a dúvida: terror para quem, em ambos os casos? Sutler aterroriza os populares com a polícia do governo, o controle da mídia. V aterorriza Sutler e aqueles que sentem-se confortáveis com o regime ditatorial. São linhas tênues, limítrofes, que se encaixam em apenas um ponto: V paga o terror de Sutler com terror. Sutler reprime o terror de V com terror.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;a onblur="try  {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/1600/v.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/v.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Ô abre-alas, que eu quero passar..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;No meio disto temos Evey (Natalie Portman, sempre ótima), personagem central na trama por demonstrar que as reações, algumas vezes, independem das ações, partindo sim do quanto é possível suportar uma determinada ação em nome de uma causa. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;V de Vingança&lt;/i&gt; acaba por se tornar mais do que o debate sobre o terror: é a demonstração de que erramos, qualquer seja o lado escolhido. E por mais que saibamos que estamos tortos, é o nosso erro, e ele a nossa vista é mais correto do que o erro do outro. Roteiro bem assimilável e uma câmera certa do que mostrar garantem que as idéias circulem pela tela sem soarem como fato. Temos as questões, não as respostas, que não nos deixam esquecer daquele cinco de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: quatro estrelas na testa de James McTeigue&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114790763604472483?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114790763604472483/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114790763604472483' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114790763604472483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114790763604472483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/05/v-de-vingana.html' title='V de Vingança'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114730721285661293</id><published>2006-05-10T17:21:00.000-07:00</published><updated>2006-05-10T17:26:52.870-07:00</updated><title type='text'>Missão Impossível III</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Missão Impossível, a trilogia, é uma série fora de padrão. No campo da espionagem, temos como exemplo os filmes do agente James Bond: por mais que diferentes diretores estivessem por trás das câmeras, sempre há aquela marca da série, sejam os gadgets, sejam as bond-girls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra série recente de espionagem, &lt;i&gt;A Identidade Bourne&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;A Supremacia Bourne&lt;/i&gt;, mesmo guiados por mãos diferentes (o primeiro é de Doug Liman, o segundo de Paul Greengass), tem a linearidade que a história do agente Jason Bourne pede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os filmes do agente Ethan Hunt (Tom Cruise), que junto com seus pares no cinema ganharam ao longo da série nomes completamente distintos em matéria de estilos de filmagem, mudaram o jeito de ser, a ponto de conservarem apenas os nomes das personagens em comum com seus pares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro foi realizado pelo mestre Brian De Palma, cuja assinatura encontra-se nas cenas câmeras angulares, como no diálogo entre Ethan e Kittridge (Henry Czerny), ou na chegada de Kittrigde ao esconderijo do terrorista Max (Vanessa Redgrave). A invasão ao quartel da CIA é absurda de tão boa e a cena final com direito à espionagem de primeira, TGV, helicópteros e um túnel é digna de ecoar para sempre no coração dos cinéfilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo veio ao mundo com John Woo na direção. Nascido na China, Woo apareceu para o cinemão americano com o ótimo - porém subestimado - &lt;i&gt;O Alvo&lt;/i&gt;, que tinha Van Damme no elenco. As características de Woo, câmera em slow nas cenas de ação, troca de máscaras entre as personagens e, por conseguinte, troca de personalidades e as sempre presentes pombas brancas estão em &lt;i&gt;MI II&lt;/i&gt;, dando um upgrade em matéria de ação à série. Para quem tinha odiado &lt;i&gt;Missão Impossível&lt;/i&gt; do De Palma, por achar parado, foi um deleite e tanto. Pequena curiosidade: o segundo filme da série seria dirigido por Oliver Stone, mas o mesmo declinou o convite pois Cruise estava ocupado trabalhando com &lt;i&gt;De olhos bem fechados&lt;/i&gt;. Fica a torcida para que ele receba, e aceite, o convite para uma possível quarta edição da série.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/m_i_3.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Tom Cruise comemora o São João no Brasil e pula fogueira na Ilha de Caras"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora para o terceiro Tom Cruise, também produtor da série, resolveu chamar um novato na tela grande, o diretor J. J. Abrams. Se você viveu em Marte durante dois a três anos, provavelmente não saiba quem é Abrams. Se você esteve aqui na Terra, lembra que o diretor é o criador de três séries que já fizeram história nas polegadas de muitas casas do mundo: &lt;i&gt;Lost, Alias&lt;/i&gt; e a menos conhecida do público brazuca, porém não menos cultuada, &lt;i&gt;Felicity&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o exemplo dos diretores citados, (ou seria melhor dizer não seguindo do exemplo?) Abrams deu seus toques pessoais à &lt;i&gt;Missão Impossível III&lt;/i&gt;. A linguagem deste novo filme é muito mais televisiva do que os anteriores, ao começar pelo formato flashback característico de&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lost&lt;/i&gt;, por mais que ele seja usado à exaustão para tornar filmes chatos um pouco mais interessantes. Abrams também acrescentou mais mistério à trama e dramas pessoais (um toque de Sidney Bristow, a heroína de Alias) à série.  Há um quê de família para Ethan, e essa questão acaba por ser o norte do filme, sem aquele movimento piegas do Spielberg, para que os fãs da série não fujam logo de cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse no começo do texto que os filmes são distintos, o que não os torna desiguais. Ambos capricham nas cenas de ação (a deste último, o ataque ao comboio numa ponte, é fantástica), no elenco (até hoje, para constar: Philip Seymour Hoffman, Jean Reno, Jon Voight, Emmanuelle Bèart, Ving Rhames, Dougray Scott, Jonathan Rhys-Meyers, Kristin Scott Thomas, Laurence Fishburne, Thandie Newton, Anthony Hopkins, entre outros) e tem produção impecável. Mesmo com alguns equívocos em sua carreira cinematográfica, Cruise sabe como ninguém escolher papéis e, como vemos com a série Missão Impossível, produzir filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: Cinco estrelas na testa de J. J. Abrams&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114730721285661293?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114730721285661293/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114730721285661293' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114730721285661293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114730721285661293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/05/misso-impossvel-iii.html' title='Missão Impossível III'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114436995899452368</id><published>2006-04-06T17:12:00.000-07:00</published><updated>2006-04-06T17:57:43.100-07:00</updated><title type='text'>O plano perfeito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Da filmografia de Spike Lee, eu lembro bem de &lt;em&gt;Malcolm X&lt;/em&gt; e &lt;i&gt;A última horas&lt;/i&gt;. Ambos tratavam do racismo, seja na liderança do controverso Malcolm ou no preconceito criminal contra Edward Norton e sua última noite como homem livre na Nova York recém atacada pela Al Qaeda naquele 11 de Setembro. Ambos têm seus momentos panfletários, tanto para o bem quanto para o "mal". Ambos são grandes películas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim aprendi que o cinema de Spike Lee é verborrágico e bastante técnico. Tem primor nas câmeras, lida com elenco como poucos, enfim, uma gama de razões que transformam o diretor num integrante do top ten de muitos mundo afora. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/plano_perfeito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Ebola?! What the fuck..."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vi &lt;i&gt;O plano perfeito&lt;/i&gt; tive aquela mesma sensção narrada textos atrás com &lt;i&gt;Match Point&lt;/i&gt; de Woody Allen: você sabe que é um filme de Lee, mesmo vendo algumas coisas que nunca tinha visto antes na filmografia do diretor. Exemplo disso talvez seja o roteiro. Tratando de um assalto a banco no melhor estilo dos grandes assaltos, Spike troca a questão racial pela informação. Afinal de contas, um banco abarrotado de dinheiro vale mais do que duas folhas de papel e um anel Cartier dentro de uma obscura gaveta no cofre? A quem interessa mais aquele documento, ao ladrão Dalton Russel (Clive Owen), ao detetive Keith Frasier (Denzel Washington), investigado pela corregedoria, à "negociadora" de assuntos obscuros Madeline White (Jodie Foster) ou ao dono do Manhattan Trust, Arthur Case (Christopher Plummer)? As questões pululam enquanto a câmera firme do diretor atua, os diálogos corrosivos se mostram pontuais e as atuações beiram a perfeição. Cada um ali é tão diferente e ao mesmo tempo iguais em suas metas. Não importa se branco, negro, árabe, judeu. O que vale é a informação da gaveta, que não tem raça, credo, mas vale milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por esta gaveta que Russel rouba, que Keith precisa retomar seus status de bom detetive, que Madeline precisa confirmar sua posição de melhor no seu ramo e que Case faz o que for necessário para guardar um segredo, custe o que custar. Mesmo com muitos Benjamins verdinhos lá dentro, o papel é quem delimita. Diria o eterno Professor Jones (Sean Connery) que a pena é mais forte que a espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso com Spike na cadeira, deixando um pouco de lado seu bom cinema político e mostrando que filma assaltos e capta diálogos impagáveis como poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: cinco estrelas na testa de Spike Lee&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114436995899452368?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114436995899452368/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114436995899452368' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114436995899452368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114436995899452368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/04/o-plano-perfeito.html' title='O plano perfeito'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114262611274131945</id><published>2006-03-17T12:07:00.000-08:00</published><updated>2006-03-17T12:08:32.753-08:00</updated><title type='text'>Crash</title><content type='html'>Dirigido por Paul Haggis, &lt;i&gt;Crash&lt;/i&gt; mostra que há uma grande diferença nos filmes dirigidos por roteiristas por ofício, uma vez que o diretor ficou famoso mundo afora pelo soberbo roteiro de &lt;i&gt;Menina de Ouro&lt;/i&gt;. Estreando atrás das câmeras, Haggis mostra ao público que consegue tirar o máximo do ótimo elenco escolhido para a película (onde se destacam Matt Dillon, Thandie Newton, Don Cheadle, Ryan Phillippe, Terence Howard e, surpresa, Sandra Bullock e Brendan Fraser), nos brinda com diálogos memoráveis e, como se ao fosse o suficiente, conduz a câmera como se estivesse escrevendo com imagens a história a ser contada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Preconceito é norte da história de &lt;i&gt;Crash&lt;/i&gt;. Na multiétnica Los Angeles, todo mundo tem seus receios ante o diferente. Sejam os jovens negros num bairro branco e rico da cidade, seja o promotor público e a esposa, o persa que, por ser árabe, cai no estereotipo de “inimigo da América” e m contrapartida tem a América como inimiga ou o diretor negro de cinema que fecha seus olhos ao preconceito como forma de integração social, sempre há em &lt;i&gt;Crash&lt;/i&gt; uma hora onde o “encontrão”, razão de ser do nome do filme*, torna-se uma espécie de volta primitiva aos anseios mais obscuros perante a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/1600/Crash.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/Crash.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Assisti o CSI ontem. Vocês são burros demais, tá tudo errado!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Narrado de forma fragmentada, onde as histórias acabam por se juntar numa reação em cadeia, o filme consegue ser tão superior a congêneres seus como &lt;i&gt;Traffic&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Amnésia&lt;/i&gt;. O modo não linear, inclusive, talvez seja a única maneira de tratar como povos tão diferentes - e pensamentos tão eqüidistantes - descobrem que os “encontrões” podem mudar nossa forma de ser, nos libertar da hipocrisia ou mesmo mostrar nosso lado mais absurdo e primitivo. A noção do bem e do mal mostrada no filme também é soberba. Tal qual um efeito dominó, o mal concebido encaminha a um mal maior ainda. Porém, interrompendo o efeito de queda das peças, realizar um ato bondoso pode nos mostrar que a vida com o diferente pode nos dar a percepção do quanto somos iguais em nossas idiossincrasias. Seja brancos, negros, árabes, latinos, judeus, as peculiaridades de cada raça são próximas, por mais distantes que pareçam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haggis conseguiu fazer um filme sobre preconceito sem ser panfletário, sem cair em lugares comuns e ainda nos surpreende com lances onde o surreal invade as telas, por mais reais que sejam as histórias de vida ali narradas. Não é a toa que a Academia foi justíssima esse ano, dando o Oscar de Melhor Filme à &lt;i&gt;Crash&lt;/i&gt;. Por maior que tenha sido minha torcida, por razões pessoais, ao ótimo &lt;i&gt;Boa Noite e boa sorte&lt;/i&gt;, a estatueta está em boas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Gabi, viciada e erudita em assuntos que dizem respeito à etimologia, além de outros tantos, explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa interessante: em inglês, a palavra crash tem alguns significados. O da colisão é um deles. Mas ele tem um sentido de acidente também, com uma conotação trágica, como em "car crash" ou "plane crash". Por fim, tem um sentido de barulho ou ruído, como em "I heard a crash." Isso é muito legal, porque todos os sentidos se aplicam à película, de uma ou outra maneira, até mesmo por conta dos diversos acidentes de carro que acontecem durante o filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota: cinco estrelas na testa de Paul Haggis, mais um “continue assim”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114262611274131945?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114262611274131945/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114262611274131945' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114262611274131945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114262611274131945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/03/crash.html' title='Crash'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114237812627118288</id><published>2006-03-14T15:08:00.000-08:00</published><updated>2006-03-14T15:15:26.283-08:00</updated><title type='text'>Match Point</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não sou profundo conhecedor da obra de Woody Allen, uma vez que recentemente descobri o diretor. Nada contra o estilo, e por conta de filmes como &lt;i&gt;Poderosa Afrodite&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Annie Hall&lt;/i&gt; (que ganhou a terrível tradução de &lt;i&gt;Noivo neurótico, noiva nervosa&lt;/i&gt;), Allen certamente figuraria no meu top ten.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que no meu processo de formação sobre Woody Allen, me deparo com o ótimo &lt;i&gt;Match Point&lt;/i&gt;. É tudo diferente do Allen que eu aprendi. É em Londres, não em Nova Iorque. Não temos mais o Central Park, e soa estranho ver o Tamisa, o Palácio de Buckingham, a guarda real com os chapelões. As neuroses judaicas foram substituídas pelas neuroses das mulheres britânicas. Mas mesmo com todas as alterações de estilo, conserva-se a aura alleniana na obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas talvez o maior trunfo do filme seja o flerte com &lt;i&gt;Crime e Castigo&lt;/i&gt; de Fiódor Dostoiévski. Na obra russa, um dos maiores personagens da literatura, Ródion Románovich Raskólnikov, é fulminado pelo sentimento de culpa e pelo complexo moral após matar uma senhora agiota e a irmã dela,&lt;br /&gt;na Rússia do século XIX. Estudante pobre de São Petersburgo, Raskólnikov é um vórtice de culpa, arrependimento e cara-durismo. Comete o crime por uma causa sua, a dívida que tem com a agiota, pessoa a quem acha abominável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Allen também tem seu homicida, no caso o instrutor de tênis Chris Wilton (Jonathan Rhys-Meyers). Exemplo típico do self-made man, Wilton é o irlandês pobre que galgou alguns degraus no tênis profissional mas nunca chegou a ser um Federer da vida. Nem mesmo um Guga, bem da verdade. Vendo não ter mais alternativas na sua carreira, o tenista acaba por dar aulas de tênis para os ricaços britânicos, onde conhece Tom Hewett (Matthew Goode) e a irmã dele, Chloe (Emily Mortimer). Ali está o primeiro passo de Wilton rumo à nobreza britânica. Ali também está seu castigo, no corpo de Nola (Scarlet Johanson - coisa linda de Meu Deus), namorada de Tom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/matchpoint.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"E o burro do&lt;br /&gt;Júlio não sabe jogar tênis...tsc tsc tsc..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segue-se então Allen dando uma passeada pela ótica do mestre Hitchcock. Saímos da história de Wilton para entrar num thriller onde o tenista precisa escolher entre a vida bem sucedida ao lado de Chloe ou o amor incondicional por Nola, restando a questão cabal: o que Wilton ama mais, o dinheiro ou Nola? O sentimento de culpa será maior agora, com o fim de todo o caso extraconjugal, ou depois, quando o olhar para trás mostrará que uma oportunidade única foi jogada fora? E sua luta para adentrar num círculo que, no ponto de vista do tenista, é ser lugar por direito, vale ser jogada para o alto por causa de um possível grande amor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa dubiedade, extraída em parte da obra de Dostoiévski, é elemento ímpar no mais recente filme do diretor. E mostra que, além das comédias sobre relacionamentos e neuroses sem fim, Allen também tem a mão firme para trabalhar com enredos sérios, diferente de outros filmes do diretor que debatem, pela ótica da comédia, assuntos não menos sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: cinco estrelas na testa de Allen, mas um "meus parabéns".&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;PS: Como bem lembrou a Gabi, o infeliz o Wilton tem o terno mais bem cortado da história das roupas em todos os tempos. E Scarlet Johanson no mato, na chuva, hiper-mega-ultra-sexy é algo que me remete a uma palavra: inesquecível.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114237812627118288?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114237812627118288/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114237812627118288' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114237812627118288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114237812627118288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/03/match-point.html' title='Match Point'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114143625160941459</id><published>2006-03-03T17:03:00.000-08:00</published><updated>2006-03-03T17:40:25.146-08:00</updated><title type='text'>Capote</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Truman Capote é um dos pais no chamado &lt;i&gt;Novo Jornalismo&lt;/i&gt;. Trata-se de um movimento que, na bem da verdade, não foi lá um movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, mistura-se jornalismo com romance literário. Tom Wolfe, por exemplo, era chamado de Balzac (ou Flaubert, sempre confundo) da Quinta Avenida, em Nova York. E Capote foi um dos personagens que mais exponenciou essa experiência jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme &lt;i&gt;Capote&lt;/i&gt;, dirigido por Bennett Miller, mostra-se o trabalho do escritor quando da realização de sua obra mais famosa, o livro A Sangue Frio, que narra o assassinato de quatro membros da família Clutter no interior do Kansas. A princípio uma notícia local, nas mãos de Capote vira um livro engenhoso, uma análise brutal da pisque humana e da discrepância da América rica e feliz com a América pobre de infância amarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os assassinos em questão são Richard Hickcock e Perry Smith. O primeiro é um larápio no melhor estilo falastrão. Richard tem a idéia do assalto, tem suas idéias nefastas para com a pequena Nancy Clutter, filha do senhor Clutter, chefe da família, mas não pensa em matar, mesmo porque segundo seus relatos, não conseguiria. Já Perry Smith é o caso mais intrigante. Filho de indíos, Smith teve uma infância degradante e uma adolescência esquecível de tão sofrida. Já adulto, foi para a cadeia, após passar por reformatórios, exército e um grave acidente de moto que o deixou coxo. É um Capote, guardadas as devidas proporções. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/capote.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Lee querida, existe ego maior do que eu?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A grande sacada do filme talvez seja justamente essa, porque a infância de Capote não prima pelo que se pensa de família feliz. Truman foi criado pelas tias, totalmente ausente da idéia de pais. Sujeito com voz afeminada, genioso, ciente de que wera grande mas ao mesmo tempo enamorado pela soberba, baixo, estranho para o Kansas conservador, Capote é um filho da terra e, numa frase simbólica, diz sobre Smith: "sinto como se tivessemos sido criados na mesma casa, mas eu sai pela porta da frente e ele, pelos fundos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ver o filme, fica-se com a imrepssão de que Capote é mais do que o &lt;i&gt;Novo Jornalismo&lt;/i&gt;. É figura principal da ação, sem ele nada se desenrola, tanto no livro quanto na película. Ele precisa da morte dos assassinos, assim como precisa que os assassinos vivam para lhe contar a fatídica noite da morte dos Clutter. É quase tão &lt;i&gt;Gonzo&lt;/i&gt;, movimento lietrário-jornalístico que pedia a participação ativa do escritor, quanto Hunter Thompson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos louros do filme vão para Phillip Seymour Hoffman, como Capote, Catherine Keenner, como Harper Lee (assessora de Capote, que durante a realização de &lt;i&gt;A Sangue Frio&lt;/i&gt; também escreveu &lt;i&gt;O Sol é para todos&lt;/i&gt;) e para o diretor Miller. Tanto pelas atuações explêndidas quanto pela câmera segura, o trio faz de Capote mais do que uma obra sobre o jornalismo; torna tudo em tela um estudo sobre o quão longe podemos ir, e quanto podemos manipular. Em prol de nossos escritos, de nossa defesa, tudo girando em torno dos nossos interesses. Ao ler e ver Capote, lembre-se: as palavras tem força, mas não as use com moderação. Capote assim fez e nos brindou com uma obra ímpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota: cinco estrelas na testa do diretor Bennett Miller&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114143625160941459?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114143625160941459/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114143625160941459' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114143625160941459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114143625160941459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/03/capote.html' title='Capote'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114090861033516913</id><published>2006-02-25T14:57:00.000-08:00</published><updated>2006-02-25T15:03:30.353-08:00</updated><title type='text'>Cine Baú - A cor do dinheiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Provavelmente Martin Scorcese ganhe um Oscar. Isso ocorrerá em 2250,&lt;br /&gt;quando o excelente diretor já tiver passado dessa para a talvez melhor.&lt;br /&gt;Bom, não imaginemos câmaras de criogênios, três conchas e DeLoreans&lt;br /&gt;voadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Oscar póstumo de Scorcese é talvez a maior prova de Injustiça (isso mesmo, em maíusculo) que a Academia cometerá em toda sua história. Sim, eu estou sendo apocalíptico e pratico muito mal a arte da quiromancia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me leva a acreditar que Scorcese nunca sentirá o peso da estatueta nas mãos, é simples: ele filmou &lt;i&gt;Táxi Driver&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Touro Indomável&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Cabo do Medo&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Gangues de Nova York&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;O Aviador&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Os Bons Companheiros&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Vivendo no Limite&lt;/i&gt; e o clássico &lt;i&gt;A Cor do Dinheiro&lt;/i&gt;, e até hoje nunca ganhou como melhor diretor. Tudo bem, isso é comum, mas com diretores que têm três filmes bons, não quase toda uma carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/paulnewman.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Como o Júlio consegue matar uma bola dessas?"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme em questão então, é um primor. Enredo ótimo, atuações impagáveis de Paul Newman, Tom Cruise (sim, isso é possível, quando ele não quer ser canastra) e Mary Elizabeth Mastrantonio, uma trilha sonora de boteco e, melhor de tudo, o tema: sinuca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul é Eddie Felson, jogador veterano de sinuca que descobre o talento de Vincent, interpretado por Cruise. Vincent é tão bom na nobre arte quanto Eddie, mas lhe falta os anos de prática e connhecimento sobre as artimanhas no mundo das apostas, tarefa que fica por conta de Carmem, namorada de Vincent. Juntos, os três vão em direção à Atlanta (e não ao Atlanta*, não confundam), para um mega campeonato de Nine balls. *Júlio baba no teclado*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A famosa obstinação de Cruise é fato. Assim como em &lt;i&gt;Missão Impossível I e II&lt;/i&gt;, onde nosso amigo anão fez as cenas sem dublê, em &lt;i&gt;A Cor do Dinheiro&lt;/i&gt; Cruise só deixou de realizar uma jogada, meramente impossível, de fato. Todas as restantes são obra e graça do ator. Para quem já pulou como um macaco na Oprah, até que não é tão difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paul, coube dar vida a um dos personagens mais carismáticos da sétima arte, o que ele fez com louvor. A percepção de que a velhice está chegando para Eddie é algo assombroso quando feito por Paul Newman. A Scorcese, coube filmar com a maestria de sempre, tacadeira* matando a nove de tabela no meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Atlanta é a maior casa de sinuca da América Latina, localizada em&lt;br /&gt;Sampa, na Vila Romana.&lt;br /&gt;* Tacadeira é a bola branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota: Cinco estrelas na testa de Martin Scorcese, mais um "parabéns" e um "continue assim".&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114090861033516913?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114090861033516913/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114090861033516913' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114090861033516913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114090861033516913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/cine-ba-cor-do-dinheiro.html' title='Cine Baú - A cor do dinheiro'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114081661883864871</id><published>2006-02-24T13:27:00.000-08:00</published><updated>2006-02-25T15:04:46.726-08:00</updated><title type='text'>Premìere</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Cedido gentilmente &lt;s&gt;ou furtado de forma sagaz&lt;/s&gt; pelo Omelete, o primeiro pôster do Homem-Aranha 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Babem no teclado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/spider.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Yo, black power, sisters and brothers!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114081661883864871?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114081661883864871/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114081661883864871' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114081661883864871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114081661883864871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/premere.html' title='Premìere'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-114062773582094882</id><published>2006-02-22T09:01:00.000-08:00</published><updated>2006-02-22T09:02:15.836-08:00</updated><title type='text'>A Pantera Cor de Rosa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É de grande importância lembrar que faz muito tempo que vi os clássicos de Blake Edwards, tão bem interpretados por Peter Sellers. E mais importante ainda é dizer que isso é essencial para que você suporte &lt;i&gt;A Pantera Cor de Rosa,&lt;/i&gt; (cuja grafia correta é Cor-de-rosa) estréia recente em circuito nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/pantera.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Depois de matarmos Sellers de vez, o jeito é jogar a pá de terra, né?"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Afinal de contas, como fazer um filme ruim - na melhor das hipóteses mediano - com Kevin Kline, Steve Martin, Jean Reno e participação especial de Clive Owen? A receita é simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desloque completamente Martin. As gags da &lt;i&gt;Pantera&lt;/i&gt; anterior estavam no visual, na voz, no bigode, no jeito todo e único de Sellers, que até recitando o Tratado de Versalhes nos fazia mijar de rir.&lt;br /&gt;- Torne Kevin Kline o clichê dos franceses. Kline sempre será o amante de &lt;i&gt;Um peixe chamado Wanda&lt;/i&gt; e não adianta nós dizermos em contrário.&lt;br /&gt;- Mostre que Clive Owen seria um 007 legal, e não um 007 extremamente bom, como ele provavelmente seria.&lt;br /&gt;- Jean Reno já paquerou a Natalie Portman quando ela tinha doze anos! Quer parâmetros? Darth Vader pegou ela com 18, algo do tipo. Ele não merece ser um mero motorista/policial/companheiro de piadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, o filme se salva em alguns trechos. A abertura, com a eterna música tema, é louvável. Martin se sai bem no seu campo, as respostas curtas e impagáveis. Mas até você pegar isso, já tirou um belo cochilo, como eu fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá ver no Carnaval, se você odiar a Festa de Momo. Você pode sair da sala pensando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Poderia ser pior. Poderia estar rebolando as ancas no Sambódromo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota: uma estrela e meia na testa do diretor Shawn Levy, mais um "Preste Atenção".&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-114062773582094882?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/114062773582094882/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=114062773582094882' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114062773582094882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/114062773582094882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/pantera-cor-de-rosa.html' title='A Pantera Cor de Rosa'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-113953087011126335</id><published>2006-02-09T16:02:00.000-08:00</published><updated>2006-02-09T16:21:10.120-08:00</updated><title type='text'>Brokeback Mountain</title><content type='html'>Primeiro e principal: &lt;em&gt;Brokeback Mountain&lt;/em&gt; não é um western.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Western para o Júlio: vá a locadora mais próxima e alugue &lt;em&gt;Era uma vez no Oeste&lt;/em&gt;. Os quinze minutos iniciais são do tédio do campo. O trem pára na estação, desce Charles Bronson, de frente com três assassinos que não estão afim de deixa-lo filmar &lt;em&gt;Desejo de Matar 3074&lt;/em&gt;. Bronson saca a arma e mata os três, sem dó e sem dor. Isso é western, disse e filmou Sergio Leone*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brokeback &lt;/em&gt;também não é um filme gay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Filme gay para o Júlio: qualquer um que tenha um bar cheio de marombados e a música &lt;em&gt;Relax&lt;/em&gt;, ou o hino do São Paulo*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/brokeback.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Queria um carro igual ao da Penélope Charmosa, benhê!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trata-se de um ótimo filme sobre intolerância e medo. A sociedade reprime o casal Jake Gillenhall/Heath Ledger e Ledger teme o amor por Jake, por trauma de infância (sem piada infame, eu juro!) e pela intolerância alheia. Poderia ser de ordem sexual, religiosa, política. Ang Lee filma sem excessos, com uma câmera excepcional e uma fotografia ímpar. Mostra que o exagero é desnecessário. De uma simplicidade e de uma grandeza, por mais estranho que isso possa parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é meu favorito ao Oscar, por enquanto. Mas vale todas as indicações e entra para a história do cinema. Não como um western, pelo amor de Santo Clint Eastwood!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota: cinco estrelas na testa de Ang Lee, mais um "continue assim"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-113953087011126335?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/113953087011126335/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=113953087011126335' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113953087011126335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113953087011126335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/brokeback-mountain.html' title='Brokeback Mountain'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-113935455572415801</id><published>2006-02-07T15:13:00.000-08:00</published><updated>2006-02-07T15:30:15.946-08:00</updated><title type='text'>Wolf Creek</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já viu um roadie movie do mal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Roadie movie é o tipo de filme onde &lt;s&gt;os vagabundos viajam para fazer bosta e rechear o roteiro&lt;/s&gt; há pessoas viajando, capisce?*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wolf Creek é um do gênero. Foge de ser um terror adolescente estúpido, porque os pseudo-adolescentes (a Neve Campbell como adolescente em &lt;em&gt;Pânico&lt;/em&gt; é um exemplo) australianos e britânicos são mais criativos que os de Massachussetts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não é um filme de terror na estrada no estilo do bom &lt;em&gt;A morte pede carona&lt;/em&gt;. Ou um angustiante thriller como &lt;em&gt;Mad Max&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/campbel.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Eu tenho quatorze anos no filme &lt;em&gt;Pânico"&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pois bem, no filme, um australiano e duas britânicas resolvem visitar a cratera que dá título ao filme. Obviamente tudo pára de funcionar: relógio, carro, &lt;s&gt;apetite sexual dos viajantes&lt;/s&gt;, celulares. Obviamente eles ficarão à mercê de um nativo, daqueles no melhor estilo &lt;em&gt;Crocodilo Dundee&lt;/em&gt;, nosso querido clássico de Sessão da Tarde. Desenrola-se todo o imbróglio para um final mezzo surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/wolf_creek.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"I hate yoooooou, sinusite! I hate yooooooooooooou!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chega a prender por ser baseado em fatos reais. Na Austrália, por ano, cerca de trinta mil &lt;s&gt;vagabundos que nada têm para fazer&lt;/s&gt; turistas desaparecem, onde alguns &lt;s&gt;vão comer capim pela raiz mais cedo&lt;/s&gt; nunca mais são vistos. No mais, terror normal. Os cinco minutos iniciais de &lt;em&gt;O iluminado&lt;/em&gt; e você esquece quem é Greg Mclean, diretor do filme, para lembrar que Kubrick é um dos maiores gênios do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota: duas estrelas na testa de Mclean, mais uma advertência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-113935455572415801?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/113935455572415801/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=113935455572415801' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113935455572415801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113935455572415801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/wolf-creek.html' title='Wolf Creek'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-113935384875183654</id><published>2006-02-07T15:05:00.000-08:00</published><updated>2006-02-07T15:30:50.040-08:00</updated><title type='text'>Munique</title><content type='html'>Deve haver algo no Torá, ou um livro nos moldes do Kama Sutra, que&lt;br /&gt;ensine os judeus a matarem com tanta, digamos, "maestria".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Munique&lt;/em&gt;, a mais nova obra de Spielberg, mostra bem qual é o modus&lt;br /&gt;operandi do Mossad, o serviço secreto israelense, um dos mais implacáveis&lt;br /&gt;do mundo. Narrando sobre a retaliação de Israel após o atentado&lt;br /&gt;cometido contra atletas da delegação daquele país nas Olímpiadas de Munique,&lt;br /&gt;em 1976, o filme mostra o quanto os judeus prezam pela vida em geral,&lt;br /&gt;palestinos em especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, o Setembro Negro é uma marca horrenda na história mundial, como&lt;br /&gt;todo e qualquer ato terrorista. Não, não é discurso do politicamente&lt;br /&gt;correto, nem vocação para Miss. Comparadas as lutas de raças oprimidas,&lt;br /&gt;equaliza-se o terrorismo palestino com a agiotagem judaica de milênios.&lt;br /&gt;Cada um luta com as armas que tem, e a melhor delas, isso os judeus sabem&lt;br /&gt;bem, é a bufunfa. Salvo talvez Woody Allen e Mel Brooks, que empunham a&lt;br /&gt;espada da comédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/munique.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agente Tov. Mazeltov.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Spielberg corrigiu-se do erro que foi &lt;em&gt;Guerra dos Mundos&lt;/em&gt; para fazer um&lt;br /&gt;filme essencial sobre o ódio no Oriente Médio. O discurso da&lt;br /&gt;primeira-ministra de Israel, Golda Meir, cheira à pólvora, ricocheteia como bala.&lt;br /&gt;Israel, com cerca de trinta anos como Estado, precisa mostrar sua&lt;br /&gt;força, de preferência sem ser Israel. Contra-senso que o Mossad resolve&lt;br /&gt;rápido e rasteiro. Aos palestinos, cabia mostrar ao mundo que eles existem,&lt;br /&gt;que a terra é deles e que o Torá não dirá em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor cai no erro de, digamos, familiarizar demais algumas partes&lt;br /&gt;do filme. Não lembro quem disse, mas a máxima de que "Peter Jackson é o&lt;br /&gt;Steven Spielberg sem os filhos", continua, de certa forma, válida. No&lt;br /&gt;filme, o "agente" Avner, interpretado pelo sempre bom Eric Bana, pensa&lt;br /&gt;na família a toda hora, chocando seus interesses com o interesse maior,&lt;br /&gt;o Estado de Israel. Porém, em &lt;em&gt;Munique&lt;/em&gt;, Spielberg mostra que não há o&lt;br /&gt;lado bom e o lado ruim. Setembro Negro, Mossad, Cia, KGB e similares&lt;br /&gt;são todos farinha do mesmo saco. Nos leva a certeza de que a guerra no&lt;br /&gt;Oriente Médio é burra, porém eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um &lt;em&gt;A Lista de Schindler&lt;/em&gt;, apesar de muitas similaridades. Mas&lt;br /&gt;também não é o escroque &lt;em&gt;Guerra dos Mundos&lt;/em&gt;. O bom filho a casa torna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota: três estrelas na testa do Spielberg.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-113935384875183654?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/113935384875183654/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=113935384875183654' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113935384875183654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113935384875183654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/munique.html' title='Munique'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22003719.post-113917575998758717</id><published>2006-02-05T13:17:00.000-08:00</published><updated>2006-02-07T15:31:24.150-08:00</updated><title type='text'>Boa noite e boa sorte...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Fazer cinema é aproximar o espectador do que você está filmando. Pode ser uma comédia, um drama ou até aqueles filmes iranianos, onde passa-se todas as cenas fazendo tapete. Se chegou próximo do que você queria em tela, é um bom filme para cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George Clooney conseguiu. Seu mais novo filme, &lt;em&gt;Boa noite e boa sorte&lt;/em&gt;, é tudo aquilo que os amantes do cinema querem ver na tela grande. A câmera capta toda a tensão que o tema exige, os atores são completamente indentíficaveis com nosso tempo, mesmo se tratando de um filme de época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clooney conta a história do jornalista Edward Murrow e sua cruzada contra o senador júnior (termo apropriadíssimo) Joseph McCarthy, espécie de Bispo de Torquemada dos comunistas americanos na década de 40. Dirige, produz, faz roteiro e ainda atua como o chefe de Murrow na CBS, editor do programa "See it now".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/1655/400/boa_noite.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se McCarthy é a doença, eu sou a cura&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Fora dos padrões atuais de filmagem, &lt;em&gt;Boa noite e boa sorte&lt;/em&gt; é feito em preto e branco, é curto e tem seus intervalos intercalados por grandes sucessos do jazz na época. É ousado em sua forma de ser retrô, o que o transforma mais ainda num grande filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se também de uma aula de jornalismo. Murrow é anticomunista assim como McCarthy, mas vê que o respeito pela liberdade de expressão é fundamental para seu trabalho. A partir do momento que os Comitês criados para caçar comunistas tomassem mais corpo do que já tinham, a "caça as bruxas" se extenderia para os inimigos de McCarthy e do stabilishment americano, abrindo suas asas para além das linhas vermelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma espécie de "Cidadão Kane" de nossos tempos. Guardadas as devidas proporções, mostra como os anos Bush são tão macartistas como Charles F. Kane era Willian Hearst. Comparado com "Munique", único que vi dos concorrentes ao Oscar, ganha fácil cada grama de ouro da estatueta.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota: cinco estrelas na testa de Clooney, mais um parabéns.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22003719-113917575998758717?l=comecouofilme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comecouofilme.blogspot.com/feeds/113917575998758717/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22003719&amp;postID=113917575998758717' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113917575998758717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22003719/posts/default/113917575998758717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comecouofilme.blogspot.com/2006/02/boa-noite-e-boa-sorte.html' title='Boa noite e boa sorte...'/><author><name>O Imperador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02492039062954293011</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
